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Fotojornalismo: O programa Roda Viva entrevista o brasileiro André Liohn, vencedor do prêmio Robert Capa Gold Medal 2011
O programa Roda-Vida da TV Cultura entrevistou o fotógrafo André Liohn, vencedor dos mais imporantes prêmios de fotografia do mundo, o Robert Capa Gold Medal 2011 com a séria de imagens da cidade sitiada de Misrata, na Líbia. O brasileiro da cidade de Botucatú, estado de São Paulo é o primeiro sul-americano a receber o prêmio que existe desde 1955.
Parte 1: A carreira de fotojornalista e as agências de notícias fotográficas.
É grande a frequência de e-mails e mensagens via redes sociais que recebo com pedidos de orientação e dicas de como ingressar na carreira de fotojornalista. Mais precisamente as perguntas são direcionadas a dúvidas iniciar carreira nas agências fotográficas de notícias no Brasil: como entrar para o grupo de fotógrafos de uma agência? Como se dá a relação fotógrafo x agência? Como é feita a remuneração? É rentável ou não? O assunto é amplo, portanto estarei dividindo em dois posts aqui no blog. Vamos a primeira parte:
A grande maioria dos que escrevem são iniciantes ou amantes da fotografia que se identificam com a profissão repórter fotográfico e querem de alguma forma atuar neste segmento achando que o caminho é virar colaborador/parceiro de uma agência fotográfica e vender foto. Seguindo a proposta do blog que é baseada na realidade, já afirmo de cara que este é o primeiro engano. Cortar parte do caminho que deve ser percorrido vai apenas diminuir as suas vivências, aprendizado e amadurecimento. Read more…
FOTOJORNALISMO: três gerações debatem histórias e desafios da profissão.
No dia 02 de março foi ao ar na TV Brasil no programa 3 a 1, do jornalista Luiz Carlos Azedo, um debate entre três gerações diferentes do fotojornalismo brasileiro: Gervásio Baptista, Orlando Brito e Alan Marques. O programa abordou histórias e desafios da profissão. Read more…
Iluminação: Luz criativa em Portrait
Hoje em dia posso afirmar que a criatividade não tem limite, os recursos estão ai para serem aproveitados já que a tecnologia na fotografia a cada dia avança mais e rápido. Um exemplo disso é a técnica que vem se popularizando e sendo excutada com simplicidade e facilidade: o strobist, onde os flashes convencionais são a fonte de luz, porém utilizados fora da câmera disparados via remoto por cabos de sincronismo ou por rádio.
No meu caso, aquela pauta simples de portrait está se tornando a cada dia um grande oportunidade para explorar possibilidades das formas mais criativas possíveis. Para aflorar a criatividade na turma que anda visitando o blog, estou disponibilizando o resultado seguido do esquema de posicionamento de luz utilizado:
Um fim entre o mar e o progresso…
Depois de muito tempo, resolvi tirar do “baú” fotos do meu início na fotografia. Saudades, resgate, enfim… faço questão de não me esquecer de onde vim e como.
Em meados de 1999/2000, tive as primeiras “aulas” fotográficas com minha mestra Isabel Plá. Recordo bem, de como era diferente a proposta de ensino dela. Ficávamos horas em livrarias e em seu acervo pessoal, folheando livros de grandes mestres famosos e anônimos. Para cada tema e fotógrafo, eu era questionada quanto ao sentimento que tinha em relação ao que eu via. Alegria, sofrimento, angústia, coragem… eu precisava “sentir” as fotos. Antes de entender e aprender a criar uma foto, tive que primeiro conhecer meus sentimentos em relação aos diversos mundos que observava.

Foto de arquivo da Isabel Pla, minha mestra na fotografia e grande amiga: “A saudade torna os seres imortais”…
Reflexo do seu “eu”.
“Não fazemos uma foto apenas com uma câmera; ao ato de fotografar trazemos todos os livros que lemos, os filmes que vimos, a música que ouvimos, as pessoas que amamos.”
- Ansel Adams

O fotógrafo Ansel Adams.
Fotografia de shows e espetáculos: entre o domínio de luz e a paixão
Republicando um artigo aqui no site novo sobre fotografia de shows e espetáculos. Confiram:
Durante os últimos anos, constantemente tenho realizado trabalhos na área de Fotografia de Shows. Fotografar shows não é uma tarefa simples, talvez por isso com o tempo tornou-se uma das minhas paixões na profissão.

Escolha de objetivas: aparência ou comportamento?

O quer te leva a escolher as suas objetivas? Aproximar as coisas distantes? Tornar as coisas menores? Colocar um grande número de coisas dentro do seu enquadramento?
Pouco se fala sobre o comportamento das lentes, cada objetiva tem um efeito na estética da imagem que não pode ser produzida por nenhum outro recurso ou escolha. É como para um pintor, entender a diferença entre seus pincéis e utilizar cada um para cada intenção. Baseado neste conhecimento é que cada fotógrafo deve escolher as suas objetivas. Entender que essa escolha de lentes terá impacto direto na composição e geometria de todas as suas fotografias.









